Amanda Ferreira de Sousa

    Amanda Ferreira de Sousa

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    (7)
    C
    Claudete Baptistao
    Comentário · há 3 anos
    ao Sr. Manoel Messias e a todos aqui que taxam as Testemunhas de Jeová de Ignorantes.

    O profissional que limita todo o seu tratamento em um único ato (transfusão de sangue), desconhece o que a medicina tem de avanço nos últimos momentos.

    As testemunhas de Jeová em toda a "sua insignificância", como o sr. disse, se mantém atualizada em todos os tratamentos alternativos às transfusões de sangue, e que o sr. talvez em toda a sua sabedoria desconhece tais tratamentos, no site JW.ORG existe um link "Informação para Médicos" mostrando que a literatura médica contém vários relatórios de procedimentos médicos e cirúrgicos complexos que foram bem-sucedidos sem o uso de transfusão de sangue alogênico total ou de seus componentes primários, destacando que procedimentos sem transfusão de sangue incluem o uso adequado de estratégias médicas para reduzir a perda de sangue, preservar sangue autólogo, reforçar a hematopoese e aumentar a tolerância à anemia, inclusive foram acrescidos citações de artigos e vídeos revisados por especialistas e publicados em periódicos médicos conceituados.

    Esses artigos contêm informações sobre procedimentos para a preservação de sangue autólogo e alternativas à transfusão de sangue. Agora vai do profissional a sua disposição em se atualizar nessas questões e passar a utilizar esses tratamentos.

    E o interessante Sr. Manoel que não precisa ser médico para ler e entender a matéria se até os insignificantes e ignorantes com as Testemunhas de Jeová conseguem entender, imagina o senhor em toda a sua sabedoria, ainda caso o senhor fale em outro idioma essas informações estão disponíveis em mais de 700 línguas, ou seja, está acessível para o mundo todo.

    Não é que as Testemunhas de Jeová preferem "morrer" ao aceitar uma transfusão, tanto é que procuram as unidades hospitalares para se tratarem, e cuidam dos seus filhos também, mas buscam o melhor tratamento, sem o sangue, o que na opinião de muitos médicos significa saúde. Vale a pena uma pesquisa e se informar as vantagens e desvantagens da transfusão de sangue.

    E no site verá que muitos médicos já estão tratando seus pacientes sem sangue (já que o sangue por si só não é garantia de que irá salvar a vida do paciente) independentemente se são Testemunhas ou não.

    E quanto à não participar da "vida Social", não deveria falar do que não sabe, pois as Testemunhas de Jeová, tem um mecanismo de ajuda humanitária e eles estão presentes em qualquer tragédia ou catástrofe que ocorre no mundo, eles tem equipes especializadas e são os primeiros a chegar nesses locais prestando ajuda, tanto médica, como física, alimentos e etcc.. ajudando a todos, mesmo os que não são Testemunhas.

    Segue um trecho do que as Testemunhas de Jeová providenciaram na ocasião em que dois furacões atingiram as Filipinas no ano passado.

    "A sede das Testemunhas de Jeová nas Filipinas formou uma comissão de ajuda humanitária em Tuguegarao City, Luzon, e está coletando alimentos e água potável. Até o momento, a sede já enviou oito caminhões com mantimentos para as áreas afetadas. A sede das Testemunhas de Jeová das Filipinas também está organizando a construção de casas temporárias para os desabrigados e a reforma de casas e Salões do Reino danificados." (fonte site JW.ORG.BR

    Esse relato é só um exemplo, impossível citar aqui a enormidade desse trabalho. Essas ajudas ocorrem no mundo todo.
    No caso do reclamante em questão, ele não se opôs ao tratamento no hospital, recusou somente à transfusão.
    Sobre o pedido de Indenização, foi uma decisão autônoma do paciente e não há instruções e nem mesmo orientações para que se proceda dessa maneira em caso de recusa do médico em proceder ao tratamento, se ele, o paciente sentiu os seus direito violados e procurou repará-los na justiça, é um direito dele, e se o tribunal entendeu que não houve violação aos direitos do reclamante e proferiu essa decisão, que assim seja esse é o principal tema e não a religiosidade das pessoas que no nosso ordenamento jurídico estão livres para aceitar e pertencer ao que quiser.
    Criticar sem os conhecimentos dos fatos, isso sim é ignorância e insignificância, procurar obter conhecimento antes de criticar isso é sabedoria. E não faz mal a ninguém. Ponto

    Grata

    Claudete Baptistão.
    Raphael Faria, Advogado
    Raphael Faria
    Comentário · há 6 anos
    Matéria profundamente parcial.
    Não é absurdo a mãe querer ver a filha morta, e sim é um ABSURDO a medicina querer ainda realizar tratamentos da época da segunda guerra mundial. Os pais estão absolutamente certos em negar um tratamento defasado e que apenas é benéfico para os bolsos dos hospitais e hemocentros que vendem uma bolsa de sangue por dezenas e até centenas de reais.
    Nos últimos 10 anos, uma série de estudos descobriu que, muito longe de salvar vidas, as transfusões de sangue podem efetivamente colocar em risco a vida dos pacientes O estudo avaliou uma série de outras pesquisas médicas já publicadas, mostrando que o problema não está com o grandemente propalado risco de se constrair uma infecção, ou doenças como a AIDS ou a hepatite - o maior problema está no próprio sangue. Transfusão aumenta taxa de mortalidade de pacientes

    Várias das pesquisas revisadas mostram que as transfusões de sangue, particularmente as que contêm glóbulos vermelhos, estão ligadas a altas taxas de mortalidade em pacientes que tiveram um ataque cardíaco, que passaram por cirurgias cardíacas ou que estão em estado crítico.

    A natureza exata da conexão entre a transfusão de sangue e a alta taxa de mortalidade ainda é incerta, mas as evidências apontam para alterações químicas no sangue já envelhecido, seu impacto sobre o sistema imunológico e para a capacidade do sangue em transportar oxigênio.

    Risco da transfusão maior do que risco de infecção

    De fato, a maioria dos especialistas agora concordam que o risco representado pela própria transfusão de sangue é muito maior do que os riscos de uma infecção adquirida durante a transfusão. "Provavalmente entre 40 e 60 por cento das transfusões de sangue não são boas para os pacientes," afirma o Dr. Bruce Spiess, da Virginia Commonwealth University.

    As transfusões de sangue se tornaram um elemento básico da medicina durantes as duas guerras mundiais, quando ela foi utilizada como último recurso para salvar soldados que haviam sofrido perdas massivas de sangue. Mas agora, longe de estar restrita a hemorragias catastróficas, as transfusões são utilizadas rotineiramente como um tratamento opcional, mais comumente em pacientes internados em UTIs ou passando por grandes cirurgias.

    Risco maiores

    As coisas começaram a mudar em 1999, quando um estudo feito no Canadá demonstrou que um número significativamente menor de pacientes morria depois da transfusão de sangue se eles recebessem a transfusão apenas quando os níveis de hemoglobina caíam abaixo de 70 g/l de sangue, e não 100 g/l, como é feito normalmente.

    Um estudo mais recente descobriu que, em pacientes que sofreram ataques cardíacos, apresentando hematócritos acima de 25%, uma transfusão de sangue está associada com um risco de morte três vezes maior ou com um segundo ataque cardíaco num intervalo de 30 dias. (Journal of the American Medical Association, vol 292, p 1555).

    Para quase 9.000 pacientes que sofreram cirurgias cardíacas na Inglaterra entre 1996 e 2003, receber uma transfusão de glóbulos vermelhos está associado com um risco três vezes maior de morrer dentro de um ano, e um risco quase seis vezes maior de morrer em até 30 dias depois da cirurgia.

    As transfusões de sangue também estão associadas a mais infecções e altas taxas de incidência de derrames cerebrais, ataques cardíacos e falhas nos rins - complicações normalmente associadas a uma falta de oxigênio nos tecidos.

    Doação de sangue

    Mas as pessoas não devem parar de doar sangue, afirmam os estudiosos. "A transfusão é crítica em várias situações, como em hemorragias graves. Nós também necessitamos de sangue para produtos essenciais, como anticorpos e fatores coagulantes para pessoas com hemofilia," diz o Dr. Isbister.

    As Testemunhas de Jeová ao acatar a ordem bíblica de abster-se de sangue presente tanto em Levítico a atos dos Apóstolos, fizeram que a medicina repensasse o modo de agir. E fica uma pergunta, se a transfusão fosse salvar vidas, será que um Deus tão amoroso não iria permitir, em vez de proibir? Sim a transfusão de sangue é prejudicial para o paciente, podendo levar a morte.
    A reportagem da Folha (http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1247844-reduzir-transfusoes-de-sangue-pode-beneficiar-pacientes.shtml), demonstra que as Testemunhas de Jeová estão certas em sempre buscar tratamento alternativo a transfusão, no qual os benefícios destes tratamentos são bem superiores ao de um da época da segunda guerra mundial, qual seja a transfusão.

    As Testemunhas de Jeová não desejam morrer, e sim conforme diz Revelação 21:4, esperam que um dia não haverá mais doença e nem morte. Enquanto este dia não chega, hoje este grupo busca tratamentos alternativos a transfusão de sangue, no qual é mais barato, mais eficaz e salva mais vidas.
    Raphael Faria.

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